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E-commerce de móveis pós-pandemia: como manter resultados?

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Para manter os resultados positivos, o e-commerce de móveis pós-pandemia precisará de boas práticas. Conheça algumas delas!

Como será o e-commerce de móveis pós-pandemia? Durante a crise da COVID-19, as restrições de circulação no varejo impulsionaram o comércio eletrônico em diversos setores. Na indústria moveleira, tivemos índices muito positivos em 2020 e em 2021. O m-commerce também passou a ter destaque com o crescimento das vendas por dispositivos móveis.

Para manter os resultados positivos, o e-commerce de móveis pós-pandemia precisará adotar práticas ainda melhores.

Conheça formas de garantir o sucesso do e-commerce de móveis pós-pandemia!

E-commerce de móveis pós-pandemia

Apostar em novas formas de vender é um dos passos para começar uma transformação digital na indústria de móveis. Durante a pandemia, vimos inúmeros negócios fechando as portas por impossibilidade de continuar a empresa. Aquelas que permaneceram tiveram que se reinventar diante de uma nova demanda: a venda à distância.

Quem não estava preparado para o e-commerce precisou se adequar às pressas. Mas quem já possuía essa estratégia de vendas saiu na frente. A nova geração de consumidores, que já tinha o hábito de fazer compras pela internet, se tornou a protagonista. Afinal, todas as vendas passaram a acontecer em ambiente digital.

Por isso, o e-commerce de móveis na pandemia também apresentou um grande salto. As empresas do setor que ficaram atentas às mudanças aproveitaram a oportunidade para otimizar as vendas.

De acordo com a Opinion Box, o pagamento via QR Code teve um crescimento expressivo entre os dois semestres de 2020: de 35% para 48%. O número de pessoas que fez compras online por meio de dispositivos móveis subiu para 83% no segundo semestre de 2020. Para se ter uma noção, em 2018, a proporção era de 71%.

Reabertura das lojas físicas x manutenção do e-commerce

Com o arrefecimento da pandemia, a reabertura das lojas físicas vem tirando espaço do e-commerce. De acordo com pesquisa da Mastercard, as vendas no varejo brasileiro em julho de 2021 cresceram 23,1% sobre um ano antes. Por outro lado, o e-commerce teve queda de 9,6%.

A recuperação do comércio físico, porém, não significa que o e-commerce de móveis pós-pandemia deve retroceder. Muitas pesquisas apontam a predileção do consumidor pelos canais online, mesmo com a retomada das atividades presenciais.

A pesquisa “Jornada Omnichannel e o Futuro do Varejo”, da Opinion Box em parceria com Social Miner, retrata um pouco disso. De acordo com ela, 52% dos consumidores pretendem comprar online e retirar em lojas físicas.

Neste sentido, é preciso adotar boas práticas para manter os bons resultados do e-commerce de móveis pós-pandemia. E uma delas é o atendimento omnichannel.

Apostar no atendimento omnichannel

Os consumidores desejam liberdade de escolha na hora de comprar seus bens. No setor de móveis não é diferente. Para conferir essa liberdade e oferecer a melhor experiência de compra possível, é preciso ter uniformidade. Na prática, os mesmos preços, a mesma qualidade de atendimento, as mesmas promoções e a mesma disponibilidade de produto.

Em outras palavras, é preciso investir em uma jornada de compra omnichannel. Conforme definimos em outra oportunidade, essa “estratégia permite a interação de diversos canais de comunicação, entre marca e consumidor, com o intuito de reduzir o tempo de compra, facilitar o acesso às informações necessárias e, assim, melhorar a experiência do cliente”.

Investir no m-commerce

O M-commerce já não é mais uma novidade no setor moveleiro. Essa compra por meio de dispositivos móveis, no entanto, é uma prática que garantirá os bons resultados do e-commerce de móveis pós-pandemia.

Seja em site com layout responsivo ou em aplicativo dedicado, o consumidor quer experiências de compras personalizadas. É isso que o m-commerce oferece - e com inovações interessantes.

É possível, por exemplo, disponibilizar, a partir dos aplicativos, a funcionalidade de realidade aumentada. Dessa forma, os consumidores conseguem visualizar os móveis no ambiente que desejarem a partir da tela do smartphone.

Empresas como a Tok Stok investiram no m-commerce como estratégia há algum tempo. Os produtos da loja física possuem QR Code que direcionam o usuário mobile para mais informações. Por isso, os acessos ao site são muito altos, e a grande maioria se dá a partir de smartphones. O e-commerce de móveis pós-pandemia, para esses negócios, certamente continuará em alta.

Para manter os resultados positivos, o e-commerce de móveis pós-pandemia precisará de boas práticas. O m-commerce está em alta e permanecerá assim diante do novo comportamento do consumidor. No mesmo sentido, o atendimento omnichannel, focado na melhor experiência possível.

Conheça os desafios e as vantagens do omnichannel no setor moveleiro!

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