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Como precificar um projeto de móveis

Design de móveis: preço de projeto deve levar em consideração o tempo em primeiro lugar

O desenvolvimento de um móvel exige uma série de processos complexos ao longo da cadeia industrial. E um dos mais importantes, atualmente, diante da crescente demanda de personalização, é o design. Essa etapa, seja em escala industrial ou sob medida, exige do profissional entender quais são as necessidades do usuário e da produção. Como parte do jogo estratégico que pode determinar o sucesso de vendas de uma linha de móveis, o designer - ou ainda o escritório de design de móveis - tem de saber precificar adequadamente um projeto para manter-se no mercado.

Esse é o novo modelo de gestão dos escritórios de design, não levando em conta apenas o produto, mas também o tempo

A diferenciação entre pequenos ou grandes projetos, contudo, não tem inicialmente tanta interferência no preço que será cobrado. Há algum tempo até era comum o profissional pensar em detalhes do produto no momento de precificar, mas, hoje, o foco está no tempo investido, segundo Caroline Ganzert Afonso, professora de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em Design de Móveis, da Unicuritiba.

Assim, ao avaliar o custo de um projeto, o escritório de design calculará basicamente os dias, as semanas ou os meses que leva para executá-lo. “Quando tem uma produção seriada maior, tem um tempo maior. Então, pode até ser mais caro, mas é o tempo de trabalho que conta. Esse é o novo modelo de gestão dos escritórios, não levando em conta apenas o produto, mas também o tempo.”

E, na avaliação da professora, o modelo pode ser considerado benéfico para toda a cadeia. “É o tempo que vai determinar o que é importante, e isso faz sentido, até para você conseguir manter o custo do escritório”, comenta Ganzert.

Para que o preço do projeto seja reduzido, a indústria precisa estudar o custo-benefício dos componentes, o que terá impacto direto nos preços. “O que pode baratear é a escolha de material mais simples, por exemplo, e alguns sistemas de produção. Já materiais mais luxuosos, trabalhados, artesanais vão encarecer”, conclui a professora.

marcenaria moderna - infográfico

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