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arquitetos e marceneiros

De diálogo a fidelidade: veja os requisitos básicos para a parceria entre arquitetos e marceneiros

É cada vez mais comum que os profissionais de arquitetura e marcenaria trabalhem em parceria em um mesmo projeto. Mas para que o resultado dessa “tabelinha” seja o esperado por eles e pelo cliente, é fundamental que haja um alinhamento entre ambos durante todo o processo, o que algumas vezes não acontece.

A atuação de arquitetos e marceneiros é complementar e cada um deve entender muito bem qual é a sua função. “Eles precisam estar extremamente afinados. O arquiteto é muito cuidadoso e precisa que o marceneiro entenda bem o projeto para que não se tenha surpresas. Já o marceneiro tem mais conhecimento técnico e cabe a ele orientar a melhor forma de projetar”, avalia Flavia Mardegan, designer de interiores e consultora.

Além disso, os desafios dessa relação envolvem alguns requisitos básicos para serem superados, como os listados a seguir. Confira:

1. Relação de confiança entre arquiteto e marceneiro

Para uma relação positiva entre arquiteto e marceneiro, primeiramente, é necessário firmar uma relação de confiança. “Eles precisam confiar um no outro. Os problemas poderão surgir durante a obra, mas se houver alinhamento, a condução será muito mais fácil”, afirma Flávia.

Em casos de crise, não pode haver “jogo de empurra-empurra”, pois isso faz com que o círculo de confiança se quebre. É preciso, portanto, o trabalho em conjunto, com os dois assumindo as responsabilidades, buscando e cocriando soluções.

2. Qualidade do atendimento

Uma relação de confiança passa também pela qualidade do atendimento prestado. O arquiteto e/ou designer de interiores esperam que o marceneiro tenha capacidade técnica e comportamental. Nesse aspecto, a parceria poderá funcionar da seguinte forma: o arquiteto projeta, mas não tem conhecimento técnico da execução para saber qual é a melhor solução – e é nesse momento que o marceneiro trabalha em parceria com o profissional, para projetar a melhor solução, inclusive no que diz respeito a custos.

“O marceneiro pode dar uma dica para reduzir o valor do móvel em 10% ou 20%, por exemplo”, destaca.

3. Atualização

O aspecto da inovação também é fundamental na parceria entre arquiteto e marceneiro, já que estar atento ao que acontece no mercado, no que diz respeito às tendências e novidades em design e produtos, fará com que ambos possam trabalhar em sintonia e somar qualitativamente ao projeto.

4. Fidelização

Quando há confiança e um bom trabalho desempenhado, desenvolve-se uma fidelização, e a dobradinha começa a ser cada vez mais frequente. Ou seja, o arquiteto valida o marceneiro para o cliente dele. Assim, a experiência entre ambos os profissionais acaba rendendo não apenas um trabalho mais qualificado e prazeroso, mas novas indicações para projetos futuros.

5. Compreensão da forma de trabalho e agilidade

Ao realizar um trabalho com um arquiteto ou designer de interiores, o marceneiro precisa, primeiramente, entender como esse tipo de profissional trabalha.

“Se você quer atender um profissional de arquitetura, você precisa ser ágil. Ele quer sentir que tem um tratamento diferenciado e um comprometimento no que diz respeito a entrega”, conclui Flávia.

O que você acha fundamental para que a parceria entre arquiteto e marceneiro dê certo? Compartilhe sua opinião no campo de comentários abaixo e até a próxima!

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